Jeane Barreto fica entre as três melhores brasileiras na São Silvestre e fecha o ano com 50 provas disputadas

A posição na corrida sintetiza um ano de desempenho consistente e presença contínua no topo das provas nacionais.

 

A atleta baiana Jeane Barreto dos Santos encerrou a temporada de 2025 entre os principais nomes do atletismo de rua brasileiro ao conquistar a oitava colocação no geral feminino e a terceira posição entre as brasileiras na Corrida Internacional de São Silvestre, disputada nesta quarta-feira, 31 de dezembro, em São Paulo.

 

A prova foi realizada em percurso de 15 km e reuniu atletas de elite do Brasil e do exterior.

 

O resultado ganha ainda mais relevância por marcar a 50ª competição disputada por Jeane ao longo do ano. Em um calendário intenso, a atleta somou 43 vitórias e, nas demais provas, obteve colocações de destaque, mantendo-se de forma contínua entre as melhores corredoras do país.

 

Ao longo da São Silvestre, Jeane integrou o grupo principal desde os primeiros quilômetros, sustentando ritmo competitivo até a reta final.

 

O desempenho confirmou a regularidade da atleta em uma prova tradicionalmente marcada por alto nível técnico e pelo domínio de corredoras estrangeiras nas primeiras posições.

 

Natural da Bahia, Jeane iniciou sua trajetória no atletismo competitivo em 2022 e, desde então, vem se consolidando em provas de média e longa distância no cenário nacional. A temporada refletiu uma construção feita etapa por etapa, em que cada competição funcionou como base para sustentar o rendimento ao longo do ano.

 

Integrante do Programa Bolsa Atleta do SESI Bahia, a corredora avalia que a constância foi determinante para os resultados obtidos.

 

“Cada prova conta. Algumas viram vitória, outras viram aprendizado, mas todas ajudam a manter o nível e seguir evoluindo”, afirmou.

 

A oitava colocação no geral feminino da São Silvestre encerra o calendário competitivo e projeta Jeane Barreto para 2026, ano em que a atleta busca ampliar sua presença entre as principais corredoras do país. Para Jeane, a linha de chegada representa não apenas o fechamento de um ciclo, mas o ponto de partida para novos desafios.

 

Crédito: Vanessa Ramos/CN-SESI

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